"Do Nada gerou... O Vazio... do VAzio gerou O Tao e do Tao... gerou o Um... e o Um... geraram todas as coisas."
segunda-feira, 10 de março de 2014
HPB - O VAZIO
*Nada existia, nem coisa alguma; também não existia
o céu luminoso, nem o grande dorsel celeste abria-se lá em cima,
o que cobria tudo? o que dava abrigo? o que estava oculto?
seria o abismo sem fundo da àgua?
Não havia morete - entretanto nada era imortal,
não havia fronteiras entre o dia e a noite;
somente o UM respirava e^xanime por Si Mesmo,
alem Dele, nada existia,
havia as trevas, e o Princípio estava imerso,
na escuridão profunda - um oceano sem luz -
o fgerme que ainda está oculto na casca,
germina, uma natureza, ao calor tórrido...
quem conhece o segredo? Quem O anunciou?
*Nada existia, nem coisa alguma; também não existia
o céu luminoso, nem o grande dorsel celeste abria-se lá em cima,
o que cobria tudo? o que dava abrigo? o que estava oculto?
seria o abismo sem fundo da àgua?
Não havia morete - entretanto nada era imortal,
não havia fronteiras entre o dia e a noite;
somente o UM respirava e^xanime por Si Mesmo,
alem Dele, nada existia,
havia as trevas, e o Princípio estava imerso,
na escuridão profunda - um oceano sem luz -
o fgerme que ainda está oculto na casca,
germina, uma natureza, ao calor tórrido...
quem conhece o segredo? Quem O anunciou?
Andarilho das Estrelas/Contemplo as Coisas Além do Tempo e do Espaço/Ouço a Linguagem dos Devas/Percebo a Mente da Formiga/Sigo a Trilha do Guerreiro
Insondável/Navego o Vento Cósmico/Sigo o Caminho dos Jardineiros do Universo/Almejo a Senda Sagrada da Sabedoria e da Compaixão... Um Guardião. -
Goer of Star - It Things beyond Time and Space - I hear the language of Devastating - I understand the mind of the entom ant. - I am Warrior unfathomable - Navigating the Cosmic Wind - I follow the path of the universe an gardeners Sacred Path of Wisdom and Caompassion - A Guardian!...
Kechara, “o que passeia”, ou “anda”, nos céus. Conforme se explica no sexto Adhyaya dessa rainha das obras místicas, os Jnaneshvari - o corpo do iogue se torna como que feito de vento; como “uma nuvem de onde nasceram membros” depois do que - “ele (o iogue) contempla as cousas para além dos mares e das estrelas; ouve e compreende a linguagem dos Devas (deuses) e percebe o que se está passando no espírito da formiga”.
http://onadaovaziootaooum.blogspot.com/
http://sites.google.com/site/ovazioeotao/Home
http://www.orkut.com/community.aspx?cmm=30813024
http://www.youtube.com/benerute
ONADAOVAZIOOTAOOUM
onadaovaziootaooum.blogspot.com
Insondável/Navego o Vento Cósmico/Sigo o Caminho dos Jardineiros do Universo/Almejo a Senda Sagrada da Sabedoria e da Compaixão... Um Guardião. -
Goer of Star - It Things beyond Time and Space - I hear the language of Devastating - I understand the mind of the entom ant. - I am Warrior unfathomable - Navigating the Cosmic Wind - I follow the path of the universe an gardeners Sacred Path of Wisdom and Caompassion - A Guardian!...
Kechara, “o que passeia”, ou “anda”, nos céus. Conforme se explica no sexto Adhyaya dessa rainha das obras místicas, os Jnaneshvari - o corpo do iogue se torna como que feito de vento; como “uma nuvem de onde nasceram membros” depois do que - “ele (o iogue) contempla as cousas para além dos mares e das estrelas; ouve e compreende a linguagem dos Devas (deuses) e percebe o que se está passando no espírito da formiga”.
http://onadaovaziootaooum.blogspot.com/
http://sites.google.com/site/ovazioeotao/Home
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http://www.youtube.com/benerute
ONADAOVAZIOOTAOOUM
onadaovaziootaooum.blogspot.com
Quem foram os druidas?
por Olívia Fraga
Os druidas formavam uma classe poderosa dentro da sociedade celta – povo que, há 3 mil anos, habitava territórios onde hoje estão Reino Unido e norte da Espanha, de Portugal e da França, na Europa. Todos esses povos compartilhavam um mesmo tronco linguístico e alguns traços culturais. Dentre as diversas funções dos druidas na sociedade, as principais eram como intelectuais e conselheiros.
Considerados por muitos como magos e bruxos, a filosofia dos druidas era fundamentada nos princípios do amor e da sabedoria. Eles adoravam a natureza e estavam sempre em busca do equilíbrio com ela e com os outros seres. Além disso, cultivavam a música e a poesia. Ainda hoje é possível tornar-se um druida. O druidismo passou a ser considerado como uma filosofia de vida. O treinamento para se tornar um senhor de barba branca, vestido de túnica e sandálias de couro pode levar até quatro anos e há três classes de ensinamento.
SABEDORIA NATURAL
De acordo com o nível de instrução, os druidas podem exercer três funções diferentes
Bardos - Quem são: o primeiro grau de aprendizado druídico - Cor: azul
São cantores e poetas. Com a música, expressam as emoções, contam histórias e louvam os deuses. São treinados para passar a mensagem druídica, seus mitos e mistérios ancestrais. Em uma obra irlandesa do século 9, o Glossário de Cormac, os bardos vestiam um manto com penas coloridas.
Ovates ou vates
Quem são: magos e médicos formam a segunda classe druídica - Cor: verde
Espécie de xamã, os ovates possuem habilidades medicinais e supostamente mágicas. São conhecedores da astrologia e, em estado de transe, seriam capazes de se conectar com outros seres e o além. Poderiam prever o futuro e transmitir mensagens do outro mundo.
- Segundo o naturalista romano Plínio, o Velho, os druidas usavam uma foice dourada para colher o visco, erva sagrada que cresce nos galhos das árvores.
Druidas
Quem são: o último nível são os sacerdotes e juízes - Cor: branco.
Esta é a definição dos druidas: são os profundos conhecedores, conselheiros e responsáveis pelos rituais religiosos druídicos. São também juízes e, no passado, tinham funções políticas importantes.
- Originário de termos gaélicos, bretões e galeses, druida significa “aquele que tem a sabedoria do carvalho”.
- Júlio César teria inventado que os druidas eram adeptos do sacrifício humano para justificar sua campanha militar contra os “celtas selvagens”.
- O mago Merlin (ou Taliesin), que aparece nas lendas do rei Arthur, é, na verdade, um druida. É considerado “o maior bardo de todos os tempos”.
UM TREINO DE 19 ANOS
Aprendizado durava o mesmo tempo de um ciclo astrológico
Na Antiguidade, o treinamento de um druida podia durar até 19 anos.
Isso porque esse período completa um Ciclo Metônico (criado pelo astrônomo grego Meton) – tempo mínimo, em anos, para que os calendários solar (365 dias) e lunar (354 dias) se encontrem e também o tempo de intervalo entre dois eclipses idênticos.
por Olívia Fraga
Os druidas formavam uma classe poderosa dentro da sociedade celta – povo que, há 3 mil anos, habitava territórios onde hoje estão Reino Unido e norte da Espanha, de Portugal e da França, na Europa. Todos esses povos compartilhavam um mesmo tronco linguístico e alguns traços culturais. Dentre as diversas funções dos druidas na sociedade, as principais eram como intelectuais e conselheiros.
Considerados por muitos como magos e bruxos, a filosofia dos druidas era fundamentada nos princípios do amor e da sabedoria. Eles adoravam a natureza e estavam sempre em busca do equilíbrio com ela e com os outros seres. Além disso, cultivavam a música e a poesia. Ainda hoje é possível tornar-se um druida. O druidismo passou a ser considerado como uma filosofia de vida. O treinamento para se tornar um senhor de barba branca, vestido de túnica e sandálias de couro pode levar até quatro anos e há três classes de ensinamento.
SABEDORIA NATURAL
De acordo com o nível de instrução, os druidas podem exercer três funções diferentes
Bardos - Quem são: o primeiro grau de aprendizado druídico - Cor: azul
São cantores e poetas. Com a música, expressam as emoções, contam histórias e louvam os deuses. São treinados para passar a mensagem druídica, seus mitos e mistérios ancestrais. Em uma obra irlandesa do século 9, o Glossário de Cormac, os bardos vestiam um manto com penas coloridas.
Ovates ou vates
Quem são: magos e médicos formam a segunda classe druídica - Cor: verde
Espécie de xamã, os ovates possuem habilidades medicinais e supostamente mágicas. São conhecedores da astrologia e, em estado de transe, seriam capazes de se conectar com outros seres e o além. Poderiam prever o futuro e transmitir mensagens do outro mundo.
- Segundo o naturalista romano Plínio, o Velho, os druidas usavam uma foice dourada para colher o visco, erva sagrada que cresce nos galhos das árvores.
Druidas
Quem são: o último nível são os sacerdotes e juízes - Cor: branco.
Esta é a definição dos druidas: são os profundos conhecedores, conselheiros e responsáveis pelos rituais religiosos druídicos. São também juízes e, no passado, tinham funções políticas importantes.
- Originário de termos gaélicos, bretões e galeses, druida significa “aquele que tem a sabedoria do carvalho”.
- Júlio César teria inventado que os druidas eram adeptos do sacrifício humano para justificar sua campanha militar contra os “celtas selvagens”.
- O mago Merlin (ou Taliesin), que aparece nas lendas do rei Arthur, é, na verdade, um druida. É considerado “o maior bardo de todos os tempos”.
UM TREINO DE 19 ANOS
Aprendizado durava o mesmo tempo de um ciclo astrológico
Na Antiguidade, o treinamento de um druida podia durar até 19 anos.
Isso porque esse período completa um Ciclo Metônico (criado pelo astrônomo grego Meton) – tempo mínimo, em anos, para que os calendários solar (365 dias) e lunar (354 dias) se encontrem e também o tempo de intervalo entre dois eclipses idênticos.
SRI BUDHA
Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver escrito nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada só porque um professor famoso disse. Não acredite em nada apenas porque a maioria concordou que é a verdade. Não acredite em mim. Você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência antes de aceitar ou rejeitar algo."
(Siddartha Gautama, o Buddha, Kalama Sutra 17:49
Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver escrito nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada só porque um professor famoso disse. Não acredite em nada apenas porque a maioria concordou que é a verdade. Não acredite em mim. Você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência antes de aceitar ou rejeitar algo."
(Siddartha Gautama, o Buddha, Kalama Sutra 17:49
Filosofia Taoísta
Do Caminho surge um (aquele que está consciente), de cuja consciência por sua vez surge o conceito de dois (yin e yang), dos quais o número três está implícito (céu, terra e humanidade); produzindo finalmente por extensão a totalidade do mundo como o conhecemos, as dez mil coisas, através da harmonia das Wuxing. O Caminho enquanto passa pelos cinco elementos do Wuxing é também visto como circular, agindo sobre si mesmo através da mudança para simular um ciclo de vida e morte nas dez mil coisas do universo fenomênico.
Aja de acordo com a natureza, e com sutileza em lugar de força.
A perspectiva correta será encontrada pela atividade mental da pessoa, até chegar a uma fonte mais profunda que guie sua interação pessoal com o universo (veja 'wu wei' abaixo). O desejo obstrui a habilidade pessoal de entender O Caminho , moderar o desejo gera contentamento. Os taoístas acreditam que quando um desejo é satisfeito, outro, mais ambicioso, brota para substitui-lo. Em essência, a maioria dos taoístas sente que a vida deve ser apreciada como ela é, em lugar forçá-la a ser o que não é. Idealmente, não se deve desejar nada, "nem mesmo não desejar".
Unidade: ao perceber que todas as coisas (inclusive nós mesmos) são interdependentes e constantemente redefinidas pela mudança das circunstâncias, passamos a ver todas as coisas como elas são, e a nós mesmos como apenas uma parte do momento presente. Esta compreensão da unidade nos leva a uma apreciação dos fatos da vida e do nosso lugar neles como simples momentos miraculosos que "apenas são".
Dualismo, a oposição e combinação dos dois princípios básicos Yin e Yang do universo, é uma grande parte da filosofia básica. Algumas das associações comuns com Yang e Yin, respectivamente, são: masculino e feminino, luz e sombra, ativo e passivo, movimento e quietude. Os taoístas acreditam que nenhum dos dois é mais importante ou melhor que o outro, na verdade, nenhum pode existir sem o outro, porque eles são aspectos equiparados do todo. São em última análise uma distinção artificial baseada em nossa percepção das dez mil coisas, portanto é só nossa percepção delas que realmente muda.
Do Caminho surge um (aquele que está consciente), de cuja consciência por sua vez surge o conceito de dois (yin e yang), dos quais o número três está implícito (céu, terra e humanidade); produzindo finalmente por extensão a totalidade do mundo como o conhecemos, as dez mil coisas, através da harmonia das Wuxing. O Caminho enquanto passa pelos cinco elementos do Wuxing é também visto como circular, agindo sobre si mesmo através da mudança para simular um ciclo de vida e morte nas dez mil coisas do universo fenomênico.
Aja de acordo com a natureza, e com sutileza em lugar de força.
A perspectiva correta será encontrada pela atividade mental da pessoa, até chegar a uma fonte mais profunda que guie sua interação pessoal com o universo (veja 'wu wei' abaixo). O desejo obstrui a habilidade pessoal de entender O Caminho , moderar o desejo gera contentamento. Os taoístas acreditam que quando um desejo é satisfeito, outro, mais ambicioso, brota para substitui-lo. Em essência, a maioria dos taoístas sente que a vida deve ser apreciada como ela é, em lugar forçá-la a ser o que não é. Idealmente, não se deve desejar nada, "nem mesmo não desejar".
Unidade: ao perceber que todas as coisas (inclusive nós mesmos) são interdependentes e constantemente redefinidas pela mudança das circunstâncias, passamos a ver todas as coisas como elas são, e a nós mesmos como apenas uma parte do momento presente. Esta compreensão da unidade nos leva a uma apreciação dos fatos da vida e do nosso lugar neles como simples momentos miraculosos que "apenas são".
Dualismo, a oposição e combinação dos dois princípios básicos Yin e Yang do universo, é uma grande parte da filosofia básica. Algumas das associações comuns com Yang e Yin, respectivamente, são: masculino e feminino, luz e sombra, ativo e passivo, movimento e quietude. Os taoístas acreditam que nenhum dos dois é mais importante ou melhor que o outro, na verdade, nenhum pode existir sem o outro, porque eles são aspectos equiparados do todo. São em última análise uma distinção artificial baseada em nossa percepção das dez mil coisas, portanto é só nossa percepção delas que realmente muda.
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